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Presidente cabo-verdiano está solidário com o Governo e o povo da Guiné-Bissau 01 Fevereiro 2022

O Presidente da República, José Maria Neves, condenou hoje o recurso à força como forma de subverter a ordem e provocar alterações em relação ao poder vigente e manifestou a sua solidariedade ao governo e ao povo da Guiné-Bissau.

Presidente cabo-verdiano está solidário com o Governo e o povo da Guiné-Bissau

Em nota de imprensa da Presidência da República endereçada a Inforpress, lê-se que o Chefe de Estado cabo-verdiano acompanha com grande preocupação os acontecimentos ocorridos nas últimas horas na Guiné-Bissau, esperançado em como os militares recolham aos quartéis, numa postura republicana, e que a Constituição seja respeitada.

“Tal como os demais Chefes de Estados da CEDEAO, faz um veemente apelo no sentido do regresso à normalidade e ao respeito pela integridade física dos dirigentes do País e que se evite a perda de vidas humanas entre a população”, explicita a missiva do palácio do Platô, .

No início da noite, José Maria Neves, cita a missiva, falou com o presidente Umaro Sissoko Embaló e constatou que o seu homólogo e os membros do governo bissau-guineense estão livres de perigo e a situação já está a retornar à normalidade.

A Guiné-Bissau foi hoje alvo de uma tentativa de golpe de Estado, pelo que o Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, agradeceu às forças de defesa e segurança do País por terem impedido que tal acontecesse.

“As forças de defesa e segurança conseguiram impedir este atentado à democracia”, afirmou Umaro Sissoco Embaló, em declarações aos jornalistas, ao lado do primeiro-ministro, do vice-primeiro-ministro e da ministra da Justiça.

Foi um acto bem preparado e organizado e que poderá também estar relacionado com gente relacionada com o tráfico de droga”, afirmou Sissoco Embaló, acrescentando que há pessoas detidas e vítimas mortais, sem precisar números.

O ataque ao palácio do Governo, onde decorria o Conselho de Ministros, teve fogo cruzado durante cinco horas, explicou o Presidente.

“A Guiné-Bissau não merece isto”, disse Embaló, rejeitando qualquer responsabilidade: “Sou um homem de paz, contra a violência”, vincou.

Pelo menos duas mortes foram confirmadas, um segurança do Presidente da Republica e o condutor de um dos ministros da república, e vários feridos foram transportados ao hospital, conforme a imprensa da Guiné –Bissau. A Semana com Inforpress.

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