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Presidente da Câmara da Brava: Nunca devemos abandonar a hipótese de ter um aeroporto na ilha 08 Abril 2019

O presidente da Câmara Municipal da Brava, Francisco Tavares, considerou que nunca se deve descartar a ideia de ter um aeroporto local (ver foto da pista de Esparadinha nesta peça) que faz a ligação desta ilha com as outras do arquipélago e com o mundo.

Presidente da Câmara da Brava: Nunca devemos abandonar a hipótese de ter um aeroporto na ilha

Francisco Tavares falava à imprensa, em modo de balanço sobre a visita do presidente da Assembleia Nacional, Jorge Santos, onde este fez um balanço “extremamente positivo”, agradecendo-o por ter aceitado o convite e considerando que agora, é “mais uma voz”, a nível central, para que outras áreas, outros ritmos e projectos possam ser implementados na ilha.

Segundo a Inforpress, o edil adiantou que durante estes dias teve a oportunidade de pôr o presidente da AN em contacto com o estado de desenvolvimento da ilha, as obras em curso, os projectos que tem em carteira para desenvolver no ano 2019/20, assim como, teve a oportunidade de colocá-lo em contacto com o tecido empresarial local e ver algumas iniciativas empreendedoras levadas a cabo por munícipes bravenses.

“É de extrema importância fazer com que o presidente da AN tenha a real visão da situação da ilha neste momento, dos ganhos e também dos desafios e ver que ele corrobora das mesmas ideias e opiniões que eu tenho para o desenvolvimento da ilha”, salientou o autarca.

Sobre o aeroporto da Esparadinha, Francisco Tavares, comentou que o certo é que, nunca se deve abandonar a hipótese de ter um aeroporto na ilha, mesmo que na primeira fase, seja para voos de emergência e de protecção civil, e mais à frente para voos comerciais.

“Aguardamos com muitas expectativas os resultados dos estudos dos aparelhos instalados em Favatal e da decisão política e técnica necessária, para que a Brava seja também contemplada com um aeródromo que vai ajudar no desenvolvimento da ilha”, comentou Francisco Tavares.

O Edil acrescentou não ter dúvidas de que a ilha, por natureza, é “um destino turístico de excelência” e que só é necessário fazer com que os turistas e os cabo-verdianos cheguem cá, e com isso, “dinamizar ainda mais a economia local, criar emprego e assim, tentar inverter a diminuição da população”.

Em termos de voos de emergência e de protecção civil, o que adiantou é que há esta intenção, mas não recebeu dos poderes centrais a certeza que estudos estão sendo feitos para a recuperação da pista de Esparadinha, mas sim, que existe esta intenção.

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