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Presidente de Angola ’em tempo de mudança’ deixa "o poder judicial" trabalhar para efetivar o "o retorno do capital" antes de negociar 04 Fevereiro 2020

O presidente João Lourenço afirma que "não vai haver acordos com quem deixou de aproveitar a oportunidade de negociar". "Tinham seis meses para regressar com o dinheiro", disse em entrevista com o digital ’Deutsche Welle’ publicada na segunda-feira, 3, na qual justifica o seu silêncio como vice-presidente.

Presidente de Angola ’em tempo de mudança’ deixa

O terceiro presidente de Angola rompe o silêncio, que justificou sempre com o facto de ser um processo judicial, o escândalo que envolve o clã dos Santos. Mais recentemente, escusou-se a comentar o Luanda Leaks que mostra esquemas de lavagem de dinheiro a grande escala nas empresas estatais no tempo em que José Eduardo dos Santos foi presidente.

O diário alemão indica que a acusação contra a empresária Isabel dos Santos, em particular a que respeita ao seu consulado na Sonangol entre 2016 e 2017, ganhou um grande impulso com a revelação do Luanda Leaks.

João Lourenço fortemente criticado pelo seu silêncio como vice-presidente durante grande parte da presidência de quatro décadas, responde: "José Eduardo dos Santos esteve no poder durante quase 40 anos. Por isso, ninguém pode dizer que não participou do sistema. Éramos todos parte do sistema".

O presidente aponta as vantagens da sua posição anterior para poder levar a cabo a luta contra a corrupção: "É precisamente porque vi os altos níveis de corrupção — e que vi que esse sistema não podia continuar —que agora estamos a lutar para combater o que vimos antes durante décadas".

"Temos agora a nossa oportunidade de mudar". Fontes: Referidas/Arquivo.

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