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Primeiro-ministro cabo-verdiano visita São Tomé e Príncipe 04 Junho 2018

A convite do chefe do Governo da República Democrática de São Tomé e Príncipe, Patrice Trovada, o primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, estará de visita àquele País, de 05 a 10 deste mês, chefiando uma Delegação integrada pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros e Comunidades, Luís Filipe Tavares, e representantes da INPHARMA e a Empresa Nacional de Produtos Farmacêuticos – EMPROFAC.

Primeiro-ministro cabo-verdiano visita São Tomé e Príncipe

O chefe do executivo cabo-verdiano, que será recebido pelo seu homólogo santomense, pelo Presidente da Assembleia Nacional e o Presidente da República, aproveita a ocasião para manter vários encontros bilaterais e visitar as comunidades cabo-verdianas e empresas locais.

Com a finalidade de se inteirar da sua situação social e económica, Ulisses Correia e Silva tem ainda agendado, visitas às comunidades Cabo-verdianas e encontro com várias empresas agrícolas, nomeadamente “Sundy”, “Porto Real”, “Água-Zé”, “Diogo Vez”, “Generosa”, “Ponta Figo”, entre outras.

Segundo o Governo, esta primeira visita do primeiro-ministro cabo-verdiano a São Tomé e Príncipe Verde, deverá abrir uma nova página na cooperação entre os dois Estados, tanto no aprofundamento das parcerias existentes como em novas oportunidades de apoio capaz de responder aos interesses das partes e às expectativas existentes.

“Existe uma longa história de excelentes relações políticas e de cooperação, assente em laços culturais entre Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, que datam do período colonial, com a vaga de emigrantes cabo-verdianos contratados para trabalhar em STP. Estima-se que a expressiva comunidade de cabo-verdianos e seus descendentes residentes naquele país ronda cerca de 72 mil, composta por três gerações”, aponta a nossa fonte.

Recorde-se que, ao longo dos quase 40 anos de cooperação entre os respectivos países foram firmados alguns instrumentos jurídicos bilaterais e multilaterais nos domínios da Educação, Saúde, Pescas, Agricultura e Administração Pública, definindo o Sector Privado, como o motor de “desencravo” e “impulsionador” das relações de cooperação.

Celso Lobo

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