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Primeiro o gás, agora a energia através de Zaporizhzhia. Ações da Rússia podem ser “uma represália” 04 Setembro 2022

Liliana Reis, diretora do curso de Relações Internacionais da Universidade Lusófona, considera que a ameaça de corte por parte da Gazprom “pode ter a leitura de uma represália”, pois “surge depois da União Europeia anunciar medidas para a limitação do preço do gás” e depois do G7 ter também “alargado esta limitação ao petróleo”

Primeiro o gás, agora a energia através de Zaporizhzhia. Ações da Rússia podem ser “uma represália”

Segundo a CNN, o mesmo acontece com o anúncio feito este sábado pela Rússia e que dá conta que a central nuclear de Zaporizhzhia deixa de fornecer eletricidade aos territórios controlados pela Ucrânia.

Apesar de a Rússia estar a mandar sinais claros de resposta às medidas do Ocidente, a especialista destaca que a “União Europeia já disse que tem capacidade para resistir a estas represálias, até perante um corte total”.

Rússia corta gás à Europa em meio a guerra e disputa por preços

Ao contrário do anunciado, o gasoduto que liga Rússia e Alemanha não será reaberto neste sábado (3/9), segundo a Gazprom, empresa estatal de energia russa citada pela BBC.

A companhia disse que encontrou um vazamento de óleo em uma das turbinas do gasoduto Nord Stream 1, o que significa que ele ficará fechado por tempo indeterminado.

Os dutos já estavam interditados nos últimos três dias para, segundo a Gazprom, a realização de serviços de manutenção.

De acordo com o jornal Financial Times, a Gazprom já estava reduzindo o envio de gás pelo Nord Stream 1 desde junho. Nesses meses, o suprimento de gás chegou a ficar em apenas 20% do volume normal.

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