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Qué verguenza! Bayern aplica a pior humilhação da história do Barcelona 15 Agosto 2020

Bayern Munique qualificou-se para as ’meias’ da Champions, após derrotar os pupilos de Quique Sétien por 8-2. Nunca os catalães sofreram desaire tão humilhante na história da maior competição de clubes.

Qué verguenza! Bayern aplica a pior humilhação da história do Barcelona

Se é daqueles telespectadores que apenas se senta no sofá quando o jogo já está a decorrer certamente perdeu algum golo neste encontro que não só colocou à prova a voltagem da Luz, como deixou duas balizas alemãs convertidas em pó.... então a de Ter Stegen ainda está em ’fanicos’ neste momento, revela NM.

Se o Bayern entrou de ideias bem ’arquitetadas’ e agarrado a um processo ofensivo, de explorar, e bem, as costas da defensiva blaugrana, o Barcelona mais uma vez agarrou-se ao amuleto mágico, Lionel Messi, que não teve arte nem engenho para tirar a sua equipa de umas férias que já estavam planeadas. Lisboa transformou-se numa ’praia’ de terror para um Barça que levou com um tsunami em cima na capital portuguesa.

Segundo a mesma fonte, bastaram quatro minutos para Thomas Muller ’cilindrar’ a baliza de Ter Stegen, porém a reação foi pronta e por um infortúnio de Alaba a equipa blaugrana chegou à igualdade.

Todavia, e apesar das duas defensivas tremerem e muito ao longo da partida, foi o reduto defensivo dos culés que se transformou, jogada após jogada, num dique demasiado permeável. Bailou Perisic para o 2-1, aos 22’, Gnabry aos 28’, e Muller a bisar aos 31’.

E que grande 31 estava montado numa Luz em que o Bayern incendiava as linhas mais recuadas do Barcelona com tremenda facilidade. E poucos se salvavam numa equipa que, na etapa complementar, ainda reduziu por Suárez, todavia um flash de magia para tapar um buraco negro. E tão negra era a exibição catalã, como os números que se estabeleciam no marcador do anfiteatro vermelho e branco.

E o único português em ação também não se livrou das críticas, afinal também Nelson Semedo foi um ’aqueduto’ de más decisões, acabando no quinto golo, assinado por Kimmich, por ser ’comido’ por Alphonso Davies.

Todos pensavam, prossegue NM, que o rolo compressor alemão iria diminuir, todavia nos dez minutos finais o inevitável Lewandowski fixou a meia dúzia, para depois o recém entrado Coutinho ainda bisar. Oito golos! Sim, nunca o Barcelona tinha sofrido desaire tão pesado na história da Champions. E, indubitavelmente, isto obrigada a chicotada. Adiós, Setién?

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