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Quem verdadeiramente deve pedir desculpas à nação é o PAICV- Secretário-geral do MpD 01 Dezembro 2022

O Secretário Geral do MpD considerou hoje, em conferencia de imprensa, que quem, verdadeiramente, deve pedir desculpas à nação é o PAICV que afirmou, publicamente, pela voz do seu líder parlamentar, que perpetuou (sem ter havido golpe) um contragolpe ao parlamento para proteger um camarada com a imunidade que os órgãos externos dão direito. Luís Carlos Silva avançou que o Governo nunca podia aceitar as propostas do PAICV porque o custo total estimado dessas propostas está avaliado em cerca de 10 milhões de contos.

Quem verdadeiramente deve pedir desculpas à nação é o PAICV- Secretário-geral do MpD

Pelo que queremos aproveitar esta oportunidade para perguntar ao líder do PAICV para quando o pedido de desculpas, não ao MpD, mas sim a Cabo Verde”, defendeu.

Silva afirmou que o OE 2023 dá continuidade às medidas e políticas de inclusão e coesão social e as reforça com a criação do “Fundo +” alimentado com participação nas receitas da taxa turística, visando a eliminação da extrema pobreza.

Trata-se de um combate nobre que deve contar, também, com o esforço de todos os cabo-verdianos que estejam em condições de o fazer”, reforçou.

Continuou a ressaltar que o que interessa ao PAICV é dizer mal de Cabo Verde e de repetir a ladainha de um Governo gordo, quando o Governo deve ser avaliado pelos resultados. “E este Governo tem apresentado resultados, reconhecidos dentro e fora do país”.

“O Governo nunca podia aceitar as propostas do PAICV porque o custo total estimado dessas propostas está avaliado em cerca de 10 milhões de contos, o que triplicaria o défice orçamental e colocava Cabo Verde numa situação de insustentabilidade financeira e orçamental”, pontuou Luís Silva.

O conferencista destacou ainda que PAICV não apresentou nenhuma proposta quanto foi convidado pelo Governo para a fazer, nos termos da lei, nem a fez na comissão especializada.

Levou-as para a plenária apenas para ter o direito à declaração de voto, fingindo que tinha propostas, quando nem as soube quantificar, o que é, a todos os títulos inqualificável e vergonhoso, para um partido do arco do poder”, salientou.

Silva reforçou que as políticas públicas e os orçamentos do Estado têm sido fortemente condicionados, desde 2017, pelas crises, colocando as prioridades em mitigar os efeitos da seca e aumentar resiliência do setor agrário; segurança e proteção sanitária, proteção das empresas, do emprego e do rendimento para fazer face aos impactos da COVID 19 e medidas de estabilização dos preços dos combustíveis e dos PAPN - Produtos Alimentares de Primeira Necessidade - para suportar a inflação provocada pela guerra na Ucrânia.

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