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Responsável Portecção Civil: Chuvas causam alguns estragos nas ilha Brava, Fogo e Santiago 13 Setembro 2020

O presidente do Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiro (SNPCB) confirmou hoje que as últimas chuvas causaram alguns estragos nas ilhas Brava, Fogo e Santiago, mas no tempo previsto conseguiram intervir para mitigar algumas situações.

Responsável Portecção Civil:  Chuvas causam alguns estragos nas ilha Brava, Fogo e Santiago

Cabo Verde está desde a madrugada de sábado, 12, sob a influência de uma onda tropical que poderá transformar-se em depressão tropical, informou o Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica (INMG).

Desde sábado, 12, o SNPCB, com o apoio dos agentes da protecção civil e dos bombeiros, das Forças Armadas e da Polícia Nacional, têm estado no terreno para apoiar as famílias desalojadas na Cidade da Praia e para precaver situações de emergência.

Em declarações à Inforpress, Renaldo Rodrigues afirmou que houve mais precipitações nas ilhas de Sotavento, a registar alguns estragos na Ilha Brava, fruto de enxurradas, e algumas situações no concelho dos Mosteiros, na Ilha do Fogo, “mas nada de grave”.

Os estragos maiores, destacou, foram constatados na Cidade da Praia, com registo de várias situações de inundação em residenciais, pontes aéreas destruídas e viaturas arrastadas pelo caudal das águas.

“Neste momento, nós estamos a tentar minimizar aquilo que é o estrago provocado pelas últimas chuvas”, assegurou.

Em relação aos meios disponíveis, Renaldo Rodrigues disse que o Serviço Nacional de Protecção Civil não conta somente com os seus meios, mas sim de todo o sistema, nomeadamente as Forças Armadas, a Polícia Nacional, os bombeiros municipais, as estruturas de saúde e de toda sociedade civil.

Nesses momentos de crise e de emergência, sublinhou, socorrem-se a todas essas forças para “minimizar o sofrimento” das populações e no sábado, como habitual, foi feito um trabalho de colaboração entre as diferentes forças.

“Lá onde foi possível (…) fomos mitigando, fomos tentando ajudar, sendo certo que, nessas situações, por mais que tenhamos meios materiais, é difícil de imediato estar a enfrentar as forças das águas para minimizar. Há momentos que temos de intervir e dentro deste time limite que nós temos para intervir, temos estado a intervir e hoje estamos no terreno para dar continuidade a essa acção”, assegurou aquele responsável à Inforpress.

Apesar de alguns rumores de que algumas pessoas foram arrastadas pelas cheias, o presidente do SNPC garantiu que até o momento o único óbito registado foi da bebé da localidade de Pensamento, na Cidade da Praia, conclui a mesma fonte.

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