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S.Tomé e Príncipe: Álvaro Santiago é o escolhido da ADI para primeiro-ministro 29 Novembro 2018

Álvaro Santiago é o novo nome escolhido pala ADI, partido que venceu as eleições com maioria simples em São Tomé e Príncipe, para o cargo de primeiro-ministro do governo minoritário.Tendo já eleito o Presidente da Assembleia Legislativa da República, tudo indica que, num processo de geringonça (maioria constituída por aliança parlamentar entre partidos minoritários da oposição) semelhante ao que se regista em Portugal, a coligação liderada pelo MLSTP-PSD acabará por formar o novo governo do país.

S.Tomé e Príncipe: Álvaro Santiago é o escolhido da ADI para primeiro-ministro

Segundo a VOA, esta decisão foi tomada na noite passada, na reunião do Conselho Nacional do partido liderado pelo anterior PM -Patrício Trovada.

O nome de Álvaro Santiago deverá ser enviado, nas próximas horas, ao Presidente da República, Evaristo Carvalho, como proposta da ADI para chefiar o novo Executivo.

Álvaro Santiago é licenciado em sociologia pela Universidade de Toulouse, na França, foi ministro da Educação pelo Governo de coligação ADI-PCD-MDFM e ocupou os cargos de vice-governador e administrador do banco central do qual é quadro desde 1994.

Neste momento ocupa as funções de representante do Banco Central junto ao BAD, Banco Africano de Desenvolvimento.

Em declarações à VOA, nesta quarta-feira, 28, Álvaro Santiago confirma que é candidato ao cargo de primeiro-ministro e diz aguardar a nomeação pelo Presidente da República para apresentar o seu elenco governamental.

Modelo geringonça a caminho

Entretanto, a coligação liderada pelo MLSP-PSD, suportado por 28 deputados, anuncia que vai chumbar, com a apresentação de uma moção de censura, o governo minoritário da ADI. Tendo já eleito o Presidente da Assembleia Legislativa da República, tudo indica que, num processo de geringonça (maioria constituída por aliança parlamentar entre partidos minoritários da oposição) semelhante ao que se regista em Portugal, a coligação referida acabará por formar um novo governo de base mais alargada, conforme o acordo de incidência parlamentar celebrado entre os partidos da oposição - conta com 28 dos 55 deputados que constituem o parlamento de São Tomé e Príncipe.

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