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SICS denuncia irregularidades cometidas pela Secretária-Geral da UNTC-CS para dividir e afastar sindicatos 21 Setembro 2022

A liderança do Sindicato da Indústria Comércio e Serviços de S.Vicente (SICS) fez saber hoje, em representação dos trabalhadores desta ilha, que sindicatos filiados na União Nacional dos Trabalhadores de Cabo Verde (UNTC-CS) recorreram sem sucesso a via judicial para pôr cobro às alegadas « irregularidades cometidas pela Secretária-Geral». Júlio Fortes denuncia que, nos últimos tempos, Joaquina Almeida vem “usando e abusando” de suas atribuições estatutárias para perseguir, dividir e afastar vários associados da mesma central sindical.

SICS denuncia irregularidades cometidas pela Secretária-Geral da UNTC-CS para dividir e afastar sindicatos

“Desde há uns tempos para cá, a Secretária-Geral da UNTC-CS, vem usando e abusando das suas atribuições estatutárias na nossa organização, descaraterizando-a, desacreditando-a, e desmantelando-a, apesar da firme oposição dos sindicatos que tendo recorrido a via judicial para tentar por cobro ás irregularidades cometidas, ainda não conseguiram ser bem-sucedidos”, reforçou o presidente do SICS em conferência de imprensa no Mindelo.

A mesma fonte explica que «a Secretária-Geral confrontada com a oposição interna que a maioria dos sindicados-filiados da UNTC-CS passou a exercer face usurpação de poderes que despudoradamente vem sendo pratica, a coberto da morosidade na justiça cabo Verdiana, avança irresponsavelmente sem olhar a meios, os mais obscuros e a quem, dos mais incautos e impreparados, para fragmentar, fragilizar e desconstruir a UNTC-CS, metamorfando e clonando seus sindicatos a nível nacional».

O SICS denuncia uma outa situação grave, quando Joaquina Almeida impedi-os de participar no último congresso da UNTC-CS, que pedida que foi a sua impugnação por via judicial, esta quando foi acionada não foi no tempo útil, pois o Congresso já tinha sido realizado.

Bloqueados os sindicatos de S.Vicente que participariam nesse Congresso, ficou caminho aberto para expropriar das instalações em S.Vicente em que estavam sedeados desde 15 de Outubro de 1987. Para atrapalhar ainda mais…”, expôs o presidente.

De todo o que o sindicato deseja é, conforme Júlio Fortes, uma UNTC-CS coesa, autêntica, responsável, forte, na qual reforça que Joaquina Almeida “não tem dado mostras de nos garantir com sua condenável atitude egoísta e unilateral, nefasta e do todo indesejável no seio dos sindicalistas e para o sindicalismo cabo-verdiano”.

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