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Sal: Nilton Vaz toma posse como novo presidente do Sicotur 16 Abril 2021

O sindicalista Nilton Vaz foi, nesta quarta-feira, 14, empossado como novo presidente do Sindicato da Indústria, Comércio e Turismo (Sicotur), na ilha do Sal, cujos órgãos diretivos tomaram posse durante uma cerimónia conduzida pelo presidente cessante, Mário Correia.

Sal: Nilton Vaz toma posse como novo presidente do Sicotur

Pela primeira vez a Assembleia-Geral para eleições de novos corpos gerentes do Sindicato da Indústria, Comércio e Turismo contou com duas candidaturas, tendo a lista encabeçada por Nilton Vaz saído vencedora.

Para Nilton Vaz, que a partir de agora assume a condução dos destinos do Sicotur, é “um grande desafio” mas prometeu defender as ideias, continuar o trabalho e a estratégia do presidente cessante.

“O Sicotur é um sindicato com um nome a nível nacional. Ciente das minhas responsabilidades, vamos continuar a trabalhar em prol da defesa dos trabalhadores. Temos muitos problemas laborais para resolver”, revelou, destacando a situação dos trabalhadores do Hotel Meliã para cuja resolução, uma acção judicial já se encontra em preparação.

Reiterando que os desafios são muitos, o novel dirigente do Sicotur defendeu, em primeiro lugar, a união entre os sindicalistas e a resolução dos problemas pendentes dos trabalhadores.

“É nossa meta reforçar e dar continuidade ao desenvolvimento dos projetos em carteira, com foco nos trabalhadores, e promover formação dos delegados sindicais. Queremos uma equipa unida”, concluiu.

Já o presidente cessante, Mário Correia, depois de mais de trinta anos à frente do sindicato, disse que é com sentimento de dever cumprido que deixa as funções, por um lado, dado a complicações de saúde, mas também para dar oportunidade a outros, a mais jovens, na condução dos destinos da instituição sindical.

“Estou tranquilo, tenho o sentimento de dever cumprido, de ter feito tudo para honrar o compromisso que assumi perante a instituição”, manifestou, fazendo uma retrospectiva de como encontrou o sindicato nos anos 90, e como deixa agora, a nível organizacional e financeira, com edifício e viatura próprios.

Mário Correia lamenta, entretanto, um conjunto de situações laborais que ficaram para trás, uma vez que os sindicatos, conforme justificou, não têm poderes para julgar e decidir processos.
Asemana com Inforpress

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