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Santa Catarina: Hiacistas aumentam mais 20 escudos no percurso Assomada – Ribeira da Barca e vice-versa 06 Abril 2022

O percurso Ribeira da Barca/Assomada e vice-versa, no concelho de Santa Catarina, sofreu um aumento de 20 escudos, ou seja, passa de 100 para 120, conforme a nova tabela de preços divulgada pelos próprios proprietários de hiace.

Santa Catarina: Hiacistas aumentam mais 20 escudos no percurso Assomada – Ribeira da Barca e vice-versa

A nova tabela, que entrou em vigor esta segunda-feira, conforme avançou hoje à Inforpress um dos proprietários de hiace Danilson Monteiro, conta com apoio dos demais proprietários, lembrando que inicialmente previam um aumento de 50 por cento (%), ou seja, 50 escudos, em vez de 20 escudos.

“O aumento do preço deve-se à sucessiva subida dos preços dos combustíveis”, justificou o também condutor de hiace.

A nova tabela propõe um aumento de 30 escudos para os estudantes, mas, os pais e encarregados de educação, que também são passageiros, não obstante criticarem o aumento do preço dos transportes, admitem pagar 120 escudos.

No entanto, alertam que o amento de 70 para 100 escudos para os estudantes pode contribuir para o aumento do abandono escolar, tendo em conta que a maioria dos pais e encarregados de educação dessa comunidade piscatória não tem rendimento e um salário mensal fixo, por viverem da extracção de areia e da pesca.

Nesse sentido, pediram aos condutores para manterem os actuais 70 escudos ou um aumento de até 80 escudos, em vez dos 100 escudos para os estudantes, montante que os condutores já estão a cobrar, desde segunda-feira.

Mesmo com a desaprovação da Agência Reguladora Multissectorial da Economia (ARME), os hiacistas de Santiago, principalmente de Santa Catarina, aumentaram também os preços no percurso Assomada/Praia e vice-versa, bem como Assomada/Rincão e vice-versa, que passaram de 250 para 300 escudos, e 100 para 120 escudos, respectivamente.

Por outro lado, os condutores de hiace de Ribeira da Barca voltaram a reclamar do “péssimo” estado em que se encontra a estrada que dá acesso àquela comunidade piscatória e pedem “intervenção urgente” para a sua melhoria.

Os motoristas dizem que as autoridades têm estado a “brincar” com eles, isto porque, sustentam, pagam os impostos de circulação na hora, além do montante descontado na compra de cada litro de combustível para manutenção de estradas, cuja melhoria, segundo eles, tem chegado a outras paragens e não a Ribeira da Barca.

Se uns pedem melhoramentos há quem peça asfaltagem, tendo em conta que, conforme defendem, há localidades com uma frota de carros reduzida, mas que, no entanto, têm uma estrada de qualidade, referindo-se à de Rincão, Figueira das Naus e outras em curso como Achada Grande/Chã de Lagoa e Gil Bispo/Boa Entradinha.

A péssima qualidade da estrada, segundo os motoristas tem representado custos para a manutenção das viaturas a vários níveis e vai “diminuir a vida dos veículos”. A Semana com Inforpress

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