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São Filipe: Eleitos do MpD que integraram comissão de inquérito demarcam das conclusões apresentadas pelo presidente Euclides Fernandes 23 Mar�o 2019

Os três eleitos municipais do Movimento para Democracia (MpD-situação) que integraram a comissão de inquérito criada para apreciar actuação da actual equipa camarária, entre Outubro de 2016 a Junho de 2017, anunciam que demarcam das conclusões apresentadas pelo presidente da mesma CI.

São Filipe: Eleitos do MpD que integraram comissão de inquérito demarcam das conclusões apresentadas pelo presidente Euclides Fernandes

Em conferência de imprensa para rebater as afirmações do presidente da comissão, deputado do PAICV Euclides Fernandes, os eleitos do MpD consideraram o procedimento “vergonhoso e cobarde” e que as conclusões apresentadas são “falsas e descontextualizadas, não correspondendo minimamente aos factos apurados no inquérito”, refere a Inforpress.

Segundo os parlamentares ventoinha que sustentam a actual Câmara de Jorge Nogueira, a verdade obtida ao longo do inquérito foi de tal ordem que obrigou o presidente a “fazer desaparecer a própria pasta com todos os documentos do processo a fim de não reconhecer que as suspeições levantadas não passavam disso mesmo”, sublinhando que o presidente não estava mandatado em nome da comissão e “muito menos mentir de forma descarada”.

Entendem os eleitos do partido da situação que o empréstimo estava devidamente autorizado e para fins bem determinados. Apontaram um conjunto de trabalhos realizados, mas confrontado de se há dois relatórios e duas conclusões, estes indicam que existe um único relatório mas que a leitura foi adulterada pelo presidente da comissão.

Para os eleitos do MpD, após a apresentação do relatório na Assembleia Municipal, nenhuma das bancadas da oposição fez qualquer pronunciamento sobre a matéria, observando que ao chamar a comunicação social para, de forma isolada, voltar com as suspeições, o “seu carácter ficou manchado”.

Segundo ainda a Inforpress, os três eleitos concluíram na conferência de imprensa que o PAICV, “de forma desesperada e sem argumentos, prefere a mentira do que a verdade, calúnias e difamações em detrimento de transparência e semear o ódio e violência em detrimento da paz com o único propósito de alcançar o poder”.

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