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São Filipe: Organização das festas da bandeira e do dia do município reúne-se com autoridades locais 26 Fevereiro 2021

A organização das festas da bandeira de São Filipe e do dia do munícipio, reúne-se esta sexta-feira, 26, com as autoridades sanitárias, policiais e religiosas para equacionar a possibilidade da realização das festividades deste ano.

São Filipe: Organização das festas da bandeira e do dia do município reúne-se com autoridades locais

No encontro, que decorrerá nas instalações da Câmara de São Filipe, participa além do edil local e da responsável pela área da cultura, o administrador da Casa das Bandeiras, a Delegada de Saúde e o Direcor do hospital regional, a Polícia Nacional e representante da paróquia, conforme escreve a Inforpress.

O administrador da Casa das Bandeiras, Henrique Pires que vai participar na reunião, disse à Inforpress que a sua instituição já tenciona, apenas realizar a missa, para evitar a aglomeração de pessoas, e que a decisão da Casa das Bandeiras será apenas oficializada no encontro.

Sabe-se que o encontro visa analisar “se há condições ou não” para a realização de algumas atividades culturais e outras relacionadas com as festividades da bandeira de São Filipe e do dia do município, em função da evolução da pandemia.

Ainda, segundo a Inforpress, a bandeira de São Filipe e o dia do município, habitualmente, são assinalados na última semana de Abril a primeiro de Maio, com um leque variado de atividades desportivos, culturais, recreativas e religiosas e que movimentam grande número de pessoas, com destaque para emigrantes e foguenses radicados nas outras ilhas.

Recorde-se quer no ano passado, devido à pandemia, as tradicionais festas de “Nhô Sanfilipe” não tiveram lugar depois de mais de 100 anos consecutivos, e as perspetivas para este ano apontam para o seu cancelamento pela segunda vez, mas esta decisão sairá do encontro do dia 26 de Fevereiro, conforme a nossa fonte. Esta acrescenta que a edição de 2020 resumiu-se, apenas, na celebração de uma missa com a presença de um número reduzido de tamboreiros e coladeiras, que levaram a bandeira da Casa das Bandeiras até a Igreja matriz e o percurso inverso, sem a habitual procissão e demais atividades.

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