AUTÁRQUICAS 2020

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São Lourenço dos Órgãos: Equipa de António Fernandes formaliza candidatura junto do Tribunal 15 Setembro 2020

O PAICV acaba de dar entrada no Tribunal da Comarca de Santa Cruz a lista de candidatura aos órgãos autárquicos de São Lourenço dos Órgãos, encabeçada por António «Tone» Fernandes (Câmara Municipal) e Victor Baessa (Assembleia Municipal). A formação tambarina «quer acabar com o laxismo e a incompetência instaladas nesse concelho de Santiago Norte e resgatar o tempo perdido e os sonhos de homens, mulheres, jovens e crianças» de São Lourenço dos Órgãos.

São Lourenço dos Órgãos: Equipa de António Fernandes formaliza candidatura junto do Tribunal

«Trata-se de uma Candidatura que respeita a paridade de género e dispensa uma atenção particular à disparidade geográfica, congregando candidatos das diversas comunidades e de variados perfis. É uma Candidatura da justiça, do equilíbrio e da competência e pela transparência, ancorada numa visão de construção de um Órgãos Pa Nôs Tudu!», diz em nota a equipa liderada por António Fernandes.

Este explica por quais razões concorre à Câmara de São Lourenço dos Órgãos (CMSLO) nas eleições autárquicas de 25 de Outubro. «Concorro à CMSLO porque o PAICV entende que nos últimos 4 anos, o Concelho de São Lourenço dos Órgãos tem passado por várias situações de injustiça, descriminação e perseguição. Estamos aqui a recordar da violação dos direitos laborais dos trabalhadores municipais a um salário digno, à promoções e progressões na carreira, ao sonho de uma vida melhor para as famílias e para toda a comunidade».

Segundo o candidato, uma outra razão da sua candidatura à Câmara local de tem a ver com o fato de o PAICV entender «que o MpD e o Edil Carlos Vasconcelos passaram 4 anos com uma gestão (se é que assim se pode chamar) desequilibrada e desajustada à realidade social e económica do Município (os agricultores, os criadores de gado, os produtores - vítimas do 3 anos de seca - que o digam), com os jovens abandonados, as mulheres chefes de família ao Deus dará, as atividades geradoras de rendimento na rua da amargura». Enfim, «uma Câmara sem visão, sem estratégia para promover o desenvolvimento equilibrado do município e alavancar as potencialidades naturais, decorrentes da nossa localização geográfica, do nosso clima e da nossa orografia, tributários de características únicas no contexto da ilha de Santiago», conclui a candidatura de António Fernandes.

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