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São Vicente-Festival da Baía: Desfile de vozes e bandas começou a horas – Dennis Graça “arrasou” 11 Agosto 2018

Dennis Graça, filho de São Vicente, 20 anos de carreira, finalmente pisou o palco maior da Baía das Gatas como artista convidado e com banda e tudo, por isso não cabia em si de contente.

São Vicente-Festival da Baía: Desfile de vozes e bandas começou a horas – Dennis Graça “arrasou”

“Só eu e Deus sabemos o que vai na minha alma”, lançou, do palco, radiante, por poder apresentar, finalmente, na ilha que o viu nascer, um projecto tipo ‘flash-back’ de uma carreira com seis discos no mercado, o mais recente dos quais, de 2017, intitulado “Sem Fronteiras”.

Um pouco mais de hora e meia no palco, a revisitar sucessos de outros tempos, lembrou a passagem pelo grupo Splash, pediu “ao povo da baía” para cantar várias vezes, “em coro”, e no fim, para completar, recebeu o diploma de participação no festival das mãos do presidente da Câmara Municipal de São Vicente.

“Um dia memorável, inesquecível, quero voltar mais vezes, sem palavras”, lançou em jeito de despedida.

Mas a 34ª edição do Festival Internacional de Música da Baía das Gatas, com efeito, principiou à hora marcada, 21:30, de sexta-feira, 12, e com a voz e os ritmos portugueses de Dulce Pontes, que regressou ao palco da baía 13 anos depois.

Aliás, foi a própria artista que deu conta, ainda no palco, da satisfação pessoal com este regresso a Cabo Verde e a São Vicente, tendo-se sentido “acarinhada” pelo público, como referiu.

Da mesma forma, Dudu Araújo, o artista que seguiu Dulce Pontes no alinhamento do festival, também regressou a esse palco sete anos depois, ele que em edições anteriores pisou por cinco vezes o palco da baía.

E tratou de fazer uma viagem pelos seis discos que já gravou, mas também aproveitou para deixar alguns temas do seu mais recente álbum de originais.

E foi do palco que lançou “a grande honra” por receber duas “lindas vozes femininas” que convidou para com ele dividirem o palco, na circunstâncias Cremilda Medina e Ceuzany.

Se para Cremilda Medina foi a estreia absoluta no palco da baía, já Ceuzany é uma habitue do festival, quer a solo quer integrada em bandas.

E o primeiro dia seria encerrado pelo reggae-man Fantan Mojah, em mais um espectáculo poderoso e que atrai, como sempre, muito público à Baía das Gatas.

A festa prossegue dentro de horas, às 20:30, com um cartaz recheado de artistas e bandas estrangeiras.

Assim, a abrir os DJ Rudy e Vava, seguindo-se as actuações da banda UB 40 ft. Alli Campell, Astro & Mickey Virtue (Reino Unido), da artistas brasileira Claudia Leitte e do angolano C4 Pedro. ASemana/Inforpress

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