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São Vicente/Futebol: Processo de vacinação na Académica continua, mas reina alguma resistência à vacina-Clube já deu o ultimato 23 Julho 2021

Paulo Mota do Departamento de futebol da Académica do Mindelo garante que muitos atletas já foram vacinados, mas que ainda existe um ou outro caso de resistência. A recusa à vacina terá como consequência a exclusão do grupo, medida que visa proteger a equipa. O clube espera retomar as atividades, após paragem de quase 2 anos.

São Vicente/Futebol: Processo de vacinação na Académica continua, mas reina alguma  resistência à vacina-Clube já deu o ultimato

Este membro do Departamento de futebol da Académica, falava ao Asemanaonline, no momento em que estão a emitir a lista dos atletas que ainda faltam vacinar e que, avança, já entraram em contacto com a Delegacia de Saúde para o mesmo efeito.

Em relação a recusa de jogadores em vacinar, este frisa que pode existir, no máximo, 2 casos de resistência à vacinação.

“Tem um e outro jogador que se recusa a vacinar. Foi dado um ultimato àqueles que ainda não vacinaram e que recusam fazer isso. Temos observado jogadores a influenciarem uns aos outros a não vacinarem”, explica Paulo Mota.

Com a época desportiva a começar em meados de setembro, este membro avisa que, quem não quiser ser vacinado não fará parte do grupo até que seja vacinado.

No tocante aos treinos, a fonte salienta que, no início da pandemia, os atletas treinavam em pequenos grupos em espaços abertos com um plano de treino estipulado pela equipa técnica, mas com medidas tomadas posteriormente “o grupo foi obrigado a parar tudo”.

“Não temos reunido para saber o ponto da situação, e isto é uma preocupação da equipa técnica”, afirma Mota que avança ainda que o clube já decidiu que vão começar os treinos com alguma antecedência para que os atletas recuperarem a forma, já que “estão há quase 2 anos sem exercícios físicos de forma estruturada”.
Alguns atletas continuam com as suas corridas, mas, reforça, não é nada que dá grandes resultados em termos físico para um atleta de qualidade.

Mota alega que não há desmotivação por parte dos jogadores, mas o que se nota são, “atletas perturbados” por não iniciarem ainda as atividades e alguns mostram possivelmente, algum “desgaste psicológico por não estarem a fazer aquilo que gostam”, neste caso, jogar futebol e a que a retoma do futebol “traz sempre algum benefício financeiro para eles”.

AC/Redação

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