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São Vicente acolhe socialização do 3º Plano Nacional de Igualdade de Género 17 Outubro 2019

O Instituto Cabo-verdiano para a Igualdade e Equidade de Género (ICIEG) continua no terreno a recolher subsídios para o lançamento do novo Plano Nacional de Igualdade de Género (PNIG 2019-2023). Desta feita, prossegue esta quinta-feira, 17, com a socialização do documento em Versão Zero, do Plano Nacional de Igualdade de Género na ilha de São Vicente. Este encontro, cujo ato de abertura será presidido pela representante do ICIEG e em representação do PNUD, Elisabete Mendes, visa recolher as contribuições das entidades públicas e da sociedade civil e parceiros com responsabilidade em matéria de promoção da igualdade de género em Cabo Verde.

 São Vicente acolhe socialização do 3º Plano Nacional de Igualdade de Género

Para a responsável do ICIEG e representante do PNUD, Elisabete Mendes, o Plano considera os progressos, os desafios e as lições aprendidas ao longo da implementação do último PNIG e procura capitalizar as boas práticas, no sentido de sua ampliação territorial e consolidação prática em termos de resultados impactantes.

Conforme uma nota divulgada pela organização, o ICIEG pretende alinhar o PNIG 2019-2023 ao novo contexto de planificação nacional e harmonizar-se com as atuais aspirações e metas nacionais, bem como atualizar as estratégias e as metas, à luz das oportunidades existentes, dos desenvolvimentos de género reportados pelo país e das recomendações internacionais emanadas por mecanismos intergovernamentais de género.

“O Plano constitui uma referência nacional e um instrumento de trabalho para a promoção da igualdade de género em Cabo Verde, na medida em que constitui um instrumento estratégico nacional de promoção da igualdade de género e dos direitos humanos das mulheres; é também, uma agenda vinculativa dos diferentes atores (Governo, Sociedade Civil Organizada, Sector Privado e Parceiros de Desenvolvimento) para o desenvolvimento de ações que garantam a igualdade efetiva entre mulheres e homens; possibilita a coordenação, a monitorização e avaliação do desempenho do país no cumprimento de suas metas nacionais relativamente a igualdade de género e a seus compromissos internacionais nessa matéria”, lê-se na nota a que este jornal teve acesso.

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