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São Vicente: Professores exigem reclassificação com atraso de mais de cinco anos e asseguram que “a luta vai continuar” 05 Agosto 2021

Um grupo de professores entregou,, na tarde de hoje na Delegação da Educação, em São Vicente, um abaixo-assinado com 27 assinaturas, exigindo a reclassificação com atraso, em alguns casos, de mais de cinco anos.

São Vicente: Professores exigem reclassificação com atraso de mais de cinco anos e asseguram que “a luta vai continuar”

Segundo escreve a Inforpress, o porta-voz do grupo, Fidélio Mota, os professores afirma que assinaram o documento têm todos licenciatura, e na sua maioria, desde 2016, e passados cinco anos ainda não viram a situação regularizada e, por isso, estão a reivindicar para ver se a reclassificação sai no Boletim Oficial (BO).

“Nós fizemos a formação porque o ministério nos incentivou por causa da implementação do Estatuto do Pessoal Docente, como também o alargamento do ensino obrigatório do sexto ao oitavo ano de escolaridade”, explicou a mesma fonte, adiantando que muitos deles tiveram que recorrer à banca para fazer empréstimo e agora estão numa “situação lamentável”.

Fidélio Mota disse que, por serem chefes de família, já tinham dívida com bancos para financiar habitação e até agora não tem o retorno para pagar as dívidas.

Conforme a mesma fonte, com a reclassificação poderiam ter “um aumento por volta dos 15 mil escudos ou mais”.

O representante dos professores indicou serem mais de 50 profissionais nesta situação, maioria de São Vicente, mas também de outras ilhas, que se licenciaram entre 2016 e 2020.

No abaixo-assinado, entregue na tarde de hoje à Delegada de Educação, Maria Helena Andrade, constam 27 e a maioria, ajuntou, são os licenciados em 2016.

Maria Helena Andrade deverá agora fazer chegar o documento ao ministro da Educação, Amadeu Cruz, que esperam que possa dar alguma resposta.

“Estamos dando o primeiro passo e se não acontecer vamos continuar a luta até que as nossas reivindicações sejam resolvidas, porque estamos numa situação lamentável”, concretizou.

Fidélio Mota fez-se acompanhar de alguns colegas que carregavam cartazes com a frase “Reclassificação de professores já”.

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