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São Vicente: Transportes “vão mal” e candidaturas esperam que o vencedor do dia 17, em parceria com o governo, encontrem melhores soluções para o setor 07 Outubro 2021

Ao Asemanaonline, mandatários e dois candidatos dizem-se preocupados com a situação atual dos transportes aéreos e marítimos no país, que consequentemente têm dificultado o desenvolvimento de Cabo Verde e atingindo alguns setores como o turismo. Feita essa observação, esperam que o vencedor das eleições do dia 17 de outubro consiga articular junto do governo para encontrar as melhores soluções para este setor, que é considerado “o motor da economia”.

São Vicente: Transportes “vão mal” e candidaturas esperam que o vencedor do dia 17, em parceria com o governo, encontrem melhores soluções para o setor

São Vicente: Transportes “vão mal” e candidaturas esperam que o vencedor do dia 17, em parceria com o governo, encontrem melhores soluções para o setor

Ao Asemanaonline, mandatários e dois candidatos dizem-se preocupados com a situação atual dos transportes aéreos e marítimos no país, que consequentemente têm dificultado o desenvolvimento de Cabo Verde e atingindo alguns setores como o turismo. Feita essa observação, esperam que o vencedor das eleições do dia 17 de outubro consiga articular junto do governo para encontrar as melhores soluções para este setor, que é considerado “o motor da economia”.

Em declarações a este diário digital de referência em Cabo Verde, o candidato às eleições presidenciais de 17 de outubro, Joaquim Monteiro, disse que os transportes terão que “ser planificados de forma mais técnica”, porque, indica, em Cabo Verde os maiores problemas que atravessamos devem-se precisamente “à falta de planificação”.

“Estamos num país, onde durante 46 anos não foi planificado e nem programado o sistema de transportes aéreos e marítimos”, analisa o autoproclamado «candidato do povo», que acrescentou que, “isso são as consequências do estado em que nos encontramos neste momento”.

Joaquim Monteiro, que ao sétimo dia de campanha eleitoral esteve somente em Santo Antão e São Vicente, ainda está a preparar o programa para viajar às outras ilhas, mormente à ilha de Santiago, onde se encontra o maior número de eleitores.

O candidato Fernando Delgado, por seu turno, sublinha que, a situação dos transportes marítimos e aéreos é uma “preocupação que irá ser eliminada com propostas”, mas, destaca, tem que ser um “presidente com visão, um presidente da área”.

“Sou da área marítima, sem exagero, eu sou o único que está capacitado para opinar para o melhoramento deste setor”, aponta este candidato, acrescentado que antes é “preciso entrar na casa primeiro - preciso ser eleito e me inteirar da casa para que eu possa dar uma melhor resposta”, esclareceu.

Já a mandatária da candidatura de Carlos Veiga em São Vicente, Eva Marcos, afirma que o candidato esta ciente de que o setor de transportes marítimos e aéreas “tem que ser melhorado”.

“Ele sabe que já tem sido feito algo neste sentido, por exemplo, concessão com a chegada de novos navios com a previsibilidade que antes não se tinha relativamente ao transporte de passageiros e cargas”, pontua.

Moradores de Chã de Alecrim receberam esta quarta-feira a comitiva de Carlos Veiga, que esta quinta-feira tem prevista uma visita porta a porta em Madeiralzinho.

Quanto à candidatura de José Maria Neves, o mandatário nacional Germano Almeida lembra que, os transportes marítimos e aéreos é um “problema do governo” e que os cabo-verdianos “estão mal servidos” com os transportes aéreos e que o Presidente da República tem a “obrigação” de falar sobre o assunto.

“O presidente tem o poder de falar e dizer o que está mal. A única proposta que temos é o presidente falar com o governo e insistir na necessidade de nos corrigirmos os diversos problemas que temos a nível dos transportes, quer aéreos, quer marítimos”, explica Germano Almeida.

Na candidatura de Hélio Sanches, o mandatário Lídio Silva ressalta que a situação dos transportes “está cada mais grave e cada dia pior” e que caso o candidato for eleito, o mesmo quer tentar reunir a mesa com todos os decisores políticos e companhias envolvidas para definitivamente tomarem uma posição.

Aconselha, portanto, que é preciso uma “decisão global” para resolver o problema, caso contrário, diz, estamos “tramados”. “Fala-se muito na possível retoma do turismo, mas um turista que vem visitar Cabo Verde terá muitas dificuldades em visitar as várias ilhas”, exemplifica, lembrando que os transportes é “um motor da economia”.

Esta quarta-feira, a caravana de Hélio Sanches esteve de visita na zona de Cruz João Évora.

Entretanto, este jornal conseguiu entrar em contacto com a candidatura de Gilson Alves, mas este disse, em declarações a imprensa nesta terça-feira, estar confiante em ganhar na ilha de São Vicente, onde “as pessoas entendem da política, de mudança de sistema e de escolha eleitoral”.

Gilson Alves esteve, nesta terça-feira, 05, em contatos porta-a-porta nas zonas de Madeiralzinho, Chã de Alecrim e centro da cidade do Mindelo. As ações de campanha do candidato prosseguem nesta quarta-feira em São Nicolau.

O candidato à Presidência da República Casimiro de Pina, que chegou esta terça-feira a noite a São Vicente, onde falou à imprensa que considera que a situação dos transportes marítimos e aéreos no arquipélago é "difícil", fruto da má gestão das políticas para o setor levadas a cabo pelo Governo.

Pina afirma que vem acompanhando a situação dos transportes no arquipélago e, caso seja eleito, promete ficar atento a estas situações, pois considera que devido a situação geográfica, a questão dos transportes, marítimos e aéreos, deve ser levado em conta com uma “certa relevância”.
AC/Redação

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