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Só na América: Casa Branca no centro de caso de funcionário GSA que admitiu ‘pecados orais’ no gabinete e telhado 25 Agosto 2019

O relatório do inspetor-geral, divulgado esta sexta-feira, 23, dois anos depois de concluído, revela que que o diretor da GSA- Administração de Serviços Gerais manteve “intercurso oral” com uma colega no telhado do edifício da GSA e, ainda, consumiu álcool no gabinete de trabalho.

Só na América: Casa Branca no centro de caso de funcionário GSA que admitiu ‘pecados orais’ no gabinete e  telhado

O agora ex-diretor Brennan Hart reconheceu durante a inspeção ter, em 1 de julho de 2017, "introduzido uma funcionária da Casa Branca no seu gabinete" para "consumir vodka" como preliminar a uma performance escaldante que "culminou no telhado do edifício, sito no nº 1800 da F Street", a pouco mais de um quilómetro da Casa Branca.

“Ele disse que a sua atividade sexual começou no seu escritório e culminou com sexo oral no telhado do edifício da GSA”, lê-se no relatório segundo as fontes.

O nome da funcionária da Casa Branca — que recusou ser interrogada pela inspeção da GSA — consta no relatório de 8 de março de 2018, a que os jornalistas tiveram acesso segundo a lei da imprensa.

Hart, que abandonou a função pública e criou um negócio próprio após deixar a GSA, confessara aos inspetores que “mantinha uma garrafa no seu gabinete e que era habitual beber com colegas, incluindo o seu superior hierárquico, Timothy Horn”, “mas só depois da hora normal de expediente”.

A chefia da GSA confirmou que os subordinados eram autorizados a “beber um copo” no escritório, após o expediente. A atual administradora, Emily Murphy. explicou à inspeção que sob a sua liderança isso só acontecia às sextas-feiras e após ela “verificar com cuidado” cada caso.

As fontes não conseguiram apurar se Hart – que no seu novo trabalho recusou dar entrevistas — foi despedido ou se foi o próprio a demitir-se, após o processo disciplinar que lhe foi levantado.

Se não é autorizado é proibido

“Manter relações sexuais não consta das finalidades de uso público do edifício da GSA. Ademais, não existe no regulamento da GSA nenhuma norma que permita a um empregado manter relações sexuais no edifício”, lê-se no relatório.

Fontes: NBC/ WRC/The Hill/N Y Post.

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