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Taxa de suicídio nos EUA atinge maior patamar desde a 2ª Guerra 27 Junho 2019

Os casos de suicídio nos Estados Unidos da América (EUA) vem registando uma escalada desde 2006, e seu crescimento pode ser observado em todos os grupos da população americana: homens e mulheres de várias idades, raças e etnias. Acesso facilitado a armas e aumento do consumo de drogas estão entre razões para o fenómeno.

Taxa de suicídio nos EUA atinge maior patamar desde a 2ª Guerra

Dos 36.782 homens que se mataram em 2017 nos EUA, cerca de 12,3 mil estavam dentro dessa faixa etária. Entre as 10.391 americanas que cometeram suicídio, aproximadamente 4.000 tinham 45 a 64 anos. Apesar de generalizado, o aumento das taxas de suicídio não foi igualmente acentuado em todos os grupos, segundo escreve UOL.

“Esses americanos estão entre os mais pobres e com menor índice de escolaridade do país e, segundo especialistas, também são vítimas de alguns traumas históricos, nomeadamente o alcoolismo entre indígenas, e da negligência do governo, o que pode ter transformado o suicídio em uma crise para esse nicho”.

Há, pelo menos uma década, o suicídio figura entre uma das dez principais causas de morte nos EUA. Em 2016, tornou-se a segunda maior entre pessoas de 10 a 34 anos. Enfarte, câncer, overdose de drogas, diabetes e pneumonia também fazem parte dessa lista.

Outro relatório do CDC, publicado no fim do ano passado, mostra que a média de vida dos americanos caiu pelo terceiro ano consecutivo. Em 2016, uma pessoa nos EUA vivia cerca de 78,6 anos, quando em 2015 esse número chegava a 78,8 - mulheres vivem mais (81,1 anos), enquanto homens chegam à casa dos 76,1 anos.

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