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Tokyo’21: Cabo Verde da diáspora, Jayla Pina e Troy Pina nas Piscinas Olímpicas — Porquê o atraso por cá? 24 Julho 2021

Os irmãos Troy Pina e Jayla Pina representam Cabo Verde na disciplina olímpica de natação, com as provas a decorrer no domingo, 25.

Tokyo’21: Cabo Verde da diáspora, Jayla Pina e Troy Pina nas Piscinas Olímpicas — Porquê o atraso por cá?

A Jayla e o Troy Pina, nascidos de pais cabo-verdianos nos Estados Unidos, representam Cabo Verde pela primeira vez na nossa história da modalidade.

Foram objeto de uma crónica, em setembro de 2019, quando estava por definir que dois dos três manos — na foto Jayla, Latroya, Troy – iriam aos Jogos Olímpicos em representação de Cabo Verde.

A crónica: É ou não verdade que a natação como disciplina de alta competição nos põe em desvantagem (a nós antropossomaticamente africanos)? Esta pergunta no título era uma provocação que a tipologia do artigo (de 4 de setembro de 2019) permitia.

A liberdade da crónica tinha mais uma base factual motivadora: a proeza da Érika Soares que [no dia 01 setembro de 2019] realizou "o sonho-proeza que foi nadar da Praia capital até à Cidade Velha". "Muitas milhas em mar aberto, quase seis horas de braçadas, a nadadora natural do Tarrafal de Santiago fez a inédita travessia da Quebra-Canela à Cidade Velha".

A confirmar a provocação vinham dois argumentos que contraditavam a ideia de que os "antropossomaticamente africanos" não foram feitos para a natação. " Os manos Pina, nascidos fora de Cabo Verde, vão representar a terra dos antepassados nas Olimpíadas de Tóquio". "A norte-americana Simone Manuel arrebatou quatro medalhas de natação no Rio ’16: a 1ª campeã olímpica de natação afro-descendente".

O resto pode ser lido no artigo online.

Fotos: Piscinas Olímpicas de Tóquio onde, esperamos, a Jayla e o Troy Pina representam Cabo Verde pela primeira vez na nossa história da modalidade. Em setembro de 2019, estava por definir que dois dos três manos — Jayla, Latroya, Troy – iriam aos Jogos Olímpicos em representação de Cabo Verde. Érika Soares, que fez a travessia Quebra-Canela-Tarrafal.

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