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Tribunal da Relação do Barlavento absolve um dos autores do homicídio do jovem de 30 anos na Ponta do Sol 16 Janeiro 2023

O Tribunal da Relação do Barlavento (TRB) absolveu na passada sexta-feira, 13, a pena de um dos dois autores do assassinato do jovem Cândido Marçal, 30 anos, conhecido como Bomba.

Tribunal da Relação do Barlavento absolve um dos autores do homicídio do jovem de 30 anos na Ponta do Sol

O caso remonta a Agosto do ano passado na sequência de uma rixa num bar, na Ponta do Sol, após uma troca de palavras e de empurrões.

Em declarações à Inforpress, uma fonte ligada ao tribunal explicou Yuren Fonseca, conhecido como Marak, de 26 anos, a quem foi aplicada a pena de 24 anos de prisão, a mesma foi anulada, pois, de acordo com o acórdão proferido pelo Tribunal da Relação do Barlavento, Mark “não agiu em coautoria” com Nhau, ou seja, segundo o documento foram dois factos isolados e que não teve culpa no acto.

Emerson Martins, conhecido como Nhau, 25 anos, por seu lado, que fora condenado a pena de 20 anos de cadeia, a mesma foi reduzida para 12 anos por o TRB entender que o mesmo não praticou o crime de homicídio agravado, mas sim homicídio simples.

A leitura da sentença Nhau e Marak, no tribunal da Comarca da Ribeira Grande, ficou conhecida há seis meses.

Os dois condenados, para além das penas teriam que pagar uma indemnização de 1.500 contos, cada, à filha da vítima, que é menor de idade.

O caso aconteceu no dia 11 de Agosto do ano passado num bar da cidade da Ponta do Sol, após uma troca de palavras e de empurrões, a vítima, Bomba, segundo testemunhas, teria optado por evitar a briga, mas Marak e Nhau “queriam brigar a todo o custo”.

Quando decidiu sair à rua, conforme relato de testemunhas, Bomba foi agredido com um soco e logo em seguida com o golpe de balaústre na cabeça. Cândido Marçal, Bomba tinha 30 anos e deixou uma filha menor.

Adilson Melício, assistente em representação da família da vítima, disse que “foi feita justiça”, tendo em conta a gravidade da situação.

“Um homicídio é sempre difícil para qualquer família e sociedade, mas pela pena que pedimos de homicídio agravado foi justa e adequada” acentuou.

A Semana com Inforpress

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