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Trump assinala 11 de Setembro: "A América nunca se submeterá à tirania" 11 Setembro 2018

O Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, e a mulher, Melania, assinalaram, esta terça-feira, o aniversário dos atentados de 11 de Setembro de 2001, com uma visita ao memorial das vítimas do voo 93, que se despenhou na Pennsylvania.

Trump assinala 11 de Setembro:

Discursando perante dezenas de dignitários e familiares das 40 pessoas que morreram naquele avião, Trump afirmou que neste 17.º aniversário se "evoca o momento que a América ripostou" os ataques terroristas, conforme escreve a Lusa.

Evocando os 40 passageiros e tripulantes do voo, que conseguiram dominar os piratas do ar e impedir que o avião fosse utilizado para fazer ainda mais vítimas, Trump elogiou o "grupo de corajosos patriotas" e afirmou que eles "se juntaram aos heróis americanos imortais".

"Este campo é agora, um memorial à resistência americana. Este memorial é uma mensagem para o mundo: a América nunca se submeterá à tirania", disse Trump, citado pela Lusa.

Recorde-se, que cerca 3.000 pessoas morreram a 11 de Setembro, nas Torres Gémeas, em Nova Iorque, e no Pentágono, na Virgínia, num ataque com aviões desviados ordenado pelo líder da rede terrorista Al-Qaida, Usama bin Laden, morto dez anos depois, em Maio de 2011, num ataque ordenado por Barack Obama no Paquistão.

No Pentágono, as cerimónias de homenagem foram presididas pelo vice-presidente, Mike Pence, e pelo secretário da Defesa, James Mattis.Também, Pence destacou "os actos de coragem" que marcaram o dia dos ataques, refere a mesma fonte.
Já em Nova Iorque, milhares de pessoas concentraram-se ao princípio da manhã, no sul de Manhattan, no local onde estavam as Torres Gémeas, para recordar as vítimas.

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