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UE felicita Lula e solidez das instituições e democracia brasileiras 31 Outubro 2022

A União Europeia felicitou hoje o novo Presidente eleito do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e considerou que as eleições deste domingo, "pacíficas e bem organizadas", demonstraram "a solidez das instituições brasileiras e da sua democracia".

UE felicita Lula e solidez das instituições e democracia brasileiras

"AUnião Europeia elogia em particular o Tribunal Eleitoral pela forma eficaz e transparente como conduziu o seu mandato constitucional ao longo de todas as fases do processo eleitoral, demonstrando mais uma vez a solidez das instituições brasileiras e da sua democracia", lê-se, segundo a Lusa, numa declaração escrita do chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, divulgada após ser declarada a vitória de Lula da Silva nas presidenciais brasileiras deste domingo.

Os brasileiros foram votar para eleger um novo Presidente "em eleições pacíficas e bem organizadas", escreveu Josep Borrell.

O chefe da diplomacia europeia sublinhou que a União Europeia (UE) e o Brasil têm "uma parceria estratégica" longa e baseada "em valores partilhados e no respeito pela democracia, Direitos Humanos e estado de direito".

"Estamos empenhados em aprofundar e alargar a nossa relação com o Brasil em todas as áreas de interesse mútuo, incluindo o comércio, o ambiente, as alterações climáticas e a agenda digital, em benefício dos nossos cidadãos", acrescentou o alto representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança.

"Iremos também reforçar o nosso trabalho em conjunto em prol de um desenvolvimento inclusivo, justo e sustentável", assegurou ainda Borrell, que manifesta o desejo de "trabalhar com o Presidente Lula e o seu governo, bem como com o novo Congresso e as autoridades do Estado".

Lembra a Lusa que o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT, esquerda), Luiz Inácio Lula da Silva, foi hoje eleito Presidente brasileiro, com 50,88% dos votos, derrotando Jair Bolsonaro (extrema-direita), que obteve 49,12%, quando estavam contadas 99,66% das secções eleitorais.

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