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Último livro de Celestino Almada lançada em Assomada 20 Novembro 2019

A mais recente obra de Celestino dos Santos Almada vai ser lançada esta quarta-feira, 20, no Centro Cultural Norberto Tavares, em Assomada. Desta feita, trata-se de um livro de contos: “A Aldeia de Mato Alto e os seus habitantes”, levado à estampa pela Livraria Pedro Cardoso. A apresentação está a cargo de Pedro Alexandre Rocha.

Último livro de Celestino Almada lançada em Assomada

Em “A Aldeia de Mato Alto e os seus habitantes”, Celestino Almada mantém-se fiel a uma narrativa simples, mas bem estruturada, que revela aos leitores a vida, os sonhos e as vivências de gente comum, deste povo simples de Santa Catarina e do interior de Santiago.

Segundo a edição da obra, há nas suas personagens um extremo timbre de humanidade, mas também de heroicidade, como se depreende da atitude digna e de princípios das personagens, mas também da indómita determinação de Caetano Manuel, de Sebastião e de Cremilde, que o autor eleva à categoria de heróis anónimos, de figuras que se entrecruzam e complementam personagens da vida real e que podemos encontrar, ainda, nos caminhos deste nosso tempo. “Uma leitura a não perder e uma apresentação a que, de todo, é impossível faltar”.

Escritor revelado postumamente

Revelado com escritor de primeira água, já após a sua morte, a primeira obra editada de Celestino Almada, também com a chancela da Pedro Cardoso, foi o romance “Os Coelhos e seus parentes, empregados e amigos”. A singularidade e reconhecida qualidade da sua escrita foram descobertas pelo editor Mário Silva, que teve acesso ao primeiro manuscrito pelas mãos de um familiar de Celestino Almada.

Natural de Achada Falcão, Celestino dos Santos Almada nasceu em 1950, tendo-se graduado em Administração Autárquica nos anos oitenta, em Coimbra, no então Centro de Estudos de Formação Autárquica. Foi o primeiro Presidente da Câmara Municipal de Santa Catarina, entre 1992 e 1996, sendo ainda hoje, recordado pela sua capacidade de trabalho, pela sua entrega ao bem comum e nome referencial do progresso e desenvolvimento do concelho. “Infelizmente, faleceu, precocemente, em 2012”.

Celso Lobo

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