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Vacinas anti-Covid: Estudo britânico mostra que 1 em 4 sofre efeitos secundários 30 Abril 2021

25% dos vacinados com um ou outro dos dois imunizantes anti-Covid mais utilizados no Reino Unido, AstraZeneca e Pfizer, têm-se queixado de efeitos secundários. As queixas mais comuns são as dores de cabeça, fadiga, calafrios, tonturas, diarreias, febre, dores nas articulações, mialgia e náuseas.

Vacinas anti-Covid: Estudo britânico mostra que 1 em 4 sofre efeitos secundários

Há muito menos efeitos secundários na população em geral que na amostra utilizada nos testes prévios, segundo o estudo da universidade King’s College de Londres, publicado esta semana na revista Lancet.

O estudo, que traz essa mensagem tranquilizadora, garante também que se verifica um decréscimo de 21 para 12 dias no tempo que leva à cura da infeção após a pessoa ser vacinada com a primeira dose.

O sucesso aumenta com o tempo: após os 21 dias passa de 39% e 58% para 69% na AstraZeneca e Pfizer.

"Os resultados provam que há 70% de proteção após as três semanas da dose única. Esta é uma notícia fantástica para o país, em especial quando mais pessoas começam a receber a segunda injeção", congratulou-se o professor Tim Spector, da referida universidade londrina.


Mais de 600 mil utentes

As mais de seiscentas mil pessoas — (627.383) que acederam em cooperar com o estudo ZOE COVID — utilizaram o aplicativo que mede os sintomas.

O estudo decorreu entre 08 de dezembro e 10 de março. Os vacinados relataram o que sentiam durante o período entre a aplicação da vacina e os oito dias seguintes.

Fonte referida.

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