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Eutanasiada na Austrália decana dos orangotangos de Sumatra 19 Junho 2018

Esta segunda-feira, 19, registou-se aos 62 anos o óbito da orangotango indonésia Puan, “que muito fez pela colónia do Perth Zoo e a sobrevivência da espécie”, ao gerar 54 descendentes. Vivia no Jardim Zoológico de Perth, na Austrália desde 1968.

Eutanasiada na Austrália decana dos orangotangos de Sumatra

A orangotango mais velha do mundo, como foi reconhecida pelo Guinness em 2016, recebeu ajuda para morrer porque sofria de complicações ligadas à idade. Os orangotongos de Sumatra são uma espécie em extinção que raramente atinge os cinquenta anos de vida.

Os onze filhos e quarenta e três netos de Puan “representam um pouco menos de 10 por cento da população global da espécie”, informou à BBC a especialista Holly Thompson. Uma parte deles foi libertada na selva onde nasceu a sua antepassada, mas a maior parte foi levada para Jardins Zoológicos nos Estados Unidos e Europa.

Longevidade devida a cuidados especiais

A tratadora Hart contou à ABC, no sexagésimo aniversário de Puan, os cuidados que lhe dispensavam: "Todas as noites toma remédios para a artrite. Quando estrá resfriada, damos-lhe um chá de ervas".

O seu primeiro tratador relatou à fonte australiana que a orangotango foi encontrada depois que caçadores furtivos levaram a mãe. "Tratámos dela, com todo o cuidado. Nunca foi tratada como um animal adquirido para ser um brinquedo".

Fontes: BBC/ABC.au. Foto de Puan em 2016 a celebrar os 60 anos, com um fruto trazido da sua floresta nativa na Indonésia.

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